UGLY FOOD - PREOCUPAÇÃO EXAGERADA COM A BELEZA DOS ALIMENTOS É PURO DESPERDÍCIO

Frutas e vegetais

Um movimento envolvendo Dana Cowin, Jamie Oliver e a indústria da alimentação para combater o desperdício de frutas e vegetais considerados antiestéticos

Usar o mundo menos como local para deterioração e mais como espaço para inovação é um dos valores mais importantes de Arquitetura Aberta.

Para ficar apenas em um exemplo, sem paredes que as pessoas não precisariam, não há quebradeira geral de materiais que vão ser jogados no lixo, em algum lugar no planeta.

Essa luta contra o desperdício chegou à mesa. Trata-se do Ugly Food. Um movimento de tolerância zero contra o ato de jogar fora frutas e vegetais considerados antiestéticos demais para chegarem até os supermercados.

Como a maioria dos movimentos que dependem de uma mudança de comportamento são regidos por influenciadores, o Ugly Food começou com o apelo de Dana Cowin da revista Food & Wine.

Hoje, os chefs Jamie Oliver, Dan Barber e Michael Cimarusti são fervorosos adeptos e divulgadores da causa.

Conscientes de que causa sem consumo é apenas discurso, diversas empresas vêm trazendo à tona o incentivo para a compra desses alimentos através de uma incrível promoção de imagem.

Na França, a rede de supermercados Intermarché lançou uma campanha chamada Inglorious Fruits & Vegetables. Além de trazer novos pontos de vista sobre cenouras aparentemente deformadas ou maças estranhas, produtos que soem imperfeitos custam 30% menos.  

Artistas e meios de comunicação também estão engajados para que o Ugly Food se torne um comportamento em larga escala. Sarah Phillips criou uma série de fotografias inspiradas no tema. E a revista National Geographic lançou um desafio para que leitores clicassem fotos de frutas, vegetais e outros alimentos que julgassem imperfeitos e se recusassem a comprar apenas pela aparência. O resultado você confere aqui: http://yourshot.nationalgeographic.com/tags/uglyfoodisbeautiful/

“Quando valores que regeram muitas das escolhas de MaxHaus no passado – como não construir paredes que as pessoas iriam derrubar depois e virariam desperdício – se encontram nos dias de hoje com iniciativas tão diversas como a do Ugly Food – comprovamos mais uma vez o quanto faz sentido nossa posição de vanguarda. E o quanto faz sentido o comportamento de Arquitetura Aberta: Um mundo para inovar. E não para desperdiçar”. diz José Paim, CEO da Max.   

Categoria: Por Dentro Postado por: MaxHaus